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Inbound Marketing e Outbound Marketing: qual a diferença?

Inbound Marketing e Outbound Marketing: qual a diferença?

 Você está tentando vender o seu produto ou serviço utilizando métodos tradicionais e não tem resultado? E se a gente disser que o Inbound não só pode ajudar a sua empresa a vender mais mas também com um custo de vendas bem menor que o marketing tradicional?

Gostou da ideia, né? Então vem com o Bulldesk para entender um pouco mais. Você vai concordar que essa metodologia pode ser uma solução para encontrar os seus clientes e alavancar as suas vendas.

Ao longo dos últimos anos, o mundo do marketing está vivenciado uma reviravolta. Nesse sentido, com o desenvolvimento do meio digital, o Outbound marketing vem cedendo lugar ao Inbound marketing. Mas o que é Inbound e Outbound? Qual é a grande diferença entre um e outro? Fique tranquilo porque a gente te explica!

O Outbound

Primeiramente, vamos começar explicando o mais antigo: Outbound. Em suma, o Outbound nada mais é que aquele marketing mais tradicional. Nele, a empresa tenta atrair o cliente diretamente pelo seu serviço ou produto.

Por exemplo, com uma propaganda comercial ou um panfleto com ofertas especiais, anúncios da marca para os prospects; desde grandes campanhas em mídias televisivas e impressas; até ligações de telemarketing. Sendo assim, esse é o jeito mais tradicional de se fazer marketing. Além disso, o Outbound é mais voltado para uma comunicação de massa e em forma de anúncio. É aquele ataque direto ao cliente para a venda do seu produto.

E o Outbound hoje em dia?

Hoje, existem diversas dificuldades para esse mercado, como filtros de spam, bloqueio de listas de telefones, entre outros. O público já não é receptivo às mesmas técnicas invasivas de antes. Portanto, foi preciso que o Outbound também se renovasse. Definitivamente, ele não está morto. Afinal, as pessoas continuam a consumir produtos midiáticos; são impactadas por anúncios, ainda atendem telefonemas e observam outdoors, não é mesmo?

Portanto, para chamar a atenção, é essencial elaborar técnicas e conteúdos criativos, e investir em um público que realmente vai se conectar com eles. Dessa maneira, uma boa forma de chegar no consumidor assertivamente é através das personas – representação do cliente ideal –, que guiam a produção de todo tipo de material que serve para elas.

O Inbound

Por outro lado, o Inbound, que é um método mais moderno, surgiu recentemente e tem, na verdade, o papel de encantar o cliente. Em resumo, você não vai mais vender diretamente para o consumidor, mas sim encantar e construir um relacionamento com ele, através do diálogo. Consequentemente, entrará na sua mente, conquistando-o.

Com isso, você faz com que o consumidor se apaixone pela sua marca, oferecendo conteúdo e materiais diferenciados para que ele conheça e se interesse ainda mais pelo seu produto. Quando ele menos esperar, estará comprando algo da sua marca ou usufruindo de algum serviço.

Contudo, que fique claro: um tipo de marketing não precisa excluir o outro, mas dependendo o seu produto e o nicho da sua empresa, você consegue trabalhar em conjunto o Inbound, por se tratar de um marketing de conteúdo, e um marketing onde a empresa tenta atrair e fidelizar o cliente. O principal objetivo não é ir atrás de um cliente, mas atraí-lo para que ele venha atrás de você em razão do seu conteúdo.

E o Inbound na prática?

Sendo assim, o Inbound, de uma maneira simples e objetiva, é a ideia de compartilhamento e criação de um conteúdo de qualidade, direcionado para um público alvo, utilizando táticas de marketing. Isto é: toda uma estratégia como a criação de um material rico, e-books, infográficos, landing page, etc.

Táticas como SEO, por exemplo, com foco em responder as perguntas mais comuns dos usuários em mecanismos de buscas, funcionam muito melhor que um banner, que são informações onde as pessoas geralmente não querem ter acesso. Mas no Inbound, o usuário da internet toma iniciativa de buscar uma resposta.

A conclusão? Muitas vezes o problema não está na falta de interesse do público, mas sim na maneira inconveniente que o produto ou serviço é divulgado.

            É por isso que o controle passou da mão das empresas para a dos consumidores, dando às pessoas o poder da escolha não só na hora da compra, mas também sobre quais mensagem elas desejam receber ou não.

            Portanto, é aí é que entra o Inbound e suas táticas: usar melhor seus canais para atrair a atenção das pessoas, como usar com eficiência as suas redes socias, e-mails e aproveitar de maneira positiva o boca a boca.

Em suma, o Inboud está apoiado em 3 pilares: demonstrar, envolver e empoderar. Afinal, mais do que serem apenas persuadidos, os clientes querem ser encantados e as empresas precisam mostrar que entendem muito bem do que o seu consumidor realmente precisa, conhecê-lo e importar-se com o que ele pensa.

Qual a diferença entre Inbound e Outbound?

Quer entender melhor ainda a diferença entre Inbound e Outbound?

Um exemplo: você quer vender um produto no Instagram. Ao invés de colocar o produto de uma maneira direta e sem sentido, apenas com o preço dizendo “Venha comprar esse produto maravilhoso”, você vai apresentá-lo de uma maneira mais atrativa, citando cinco benefícios do produto, ou três qualidades, ou até mesmo coisas interessante que você precisa saber sobre, antes de comprá-lo.

Dessa maneira, você vai despertar no cliente a curiosidade para conhecer o seu serviço e a sua página. Para tanto, a geração de conteúdo e o próprio conteúdo, são basicamente os pilares fundamentais do Inbound marketing.

O sucesso está em não importunar o internauta, mas conquistá-lo por meio de materiais que ele busca, criando um processo de vendas menos invasivo, que respeita suas decisões e cria relacionamentos.

Conforme o Hubpost ,  92% dos profissionais de marketing nos EUA afirmam que o Inbound é essencial para as empresas. Contudo, muitas pessoas têm se enganado na concepção de que, por terem uma abordagem oposta, o Outbound ficou para o passado e o certo é investir somente na outra vertente.

Assim como a Internet não acabou com a televisão, que por sua vez não acabou com o rádio, nem com a mídia impressa, o Outbound não vai acabar devido ao Inbound. Ambos podem — e devem — coexistir em estratégias conjuntas para um resultado incrível.

Pra fechar com chave de ouro? Confira esse quadro comparativo entre um e outro:

Inbound

  • Comunicação mais indireta.
  • Modelo de comunicação em via dupla: mais diálogo e interação.
  • Custo relativamente mais baixo.
  • Engaja mais pois o conteúdo da mensagem é mais envolvente e relevante para o público.
  • É possível acompanhar resultados em tempo real e modificar a estratégia imediatamente, se necessário.

Outbound

  • Comunicação mais direta.
  • Modelo de comunicação em massa.
  • Velocidade de ROI mais alta.
  • Atinge resultados mais rapidamente.

Pra ser ainda mais claro? Aposte no poder do conteúdo! Atraia, envolva, encante, estimule e crie conexão com o cliente.

Conseguiu esclarecer suas ideias?

Se quiser, pode contar contar com o Bulldesk, a gente faz uma consultoria focada exclusivamente para a sua marca!

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